Pesquisadores

Maria Inês de Almeida

  Graduada em Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais (1982), mestre em Estudos Literários pela Universidade Federal de Minas Gerais (1992), doutora em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1999), realizou pós-doutorado no Programa de Pós-graduação em Antropologia Social da UFRJ, Museu Nacional.

  Aposentada da UFMG desde 2016, continua orientando pesquisas no seu Programa de Pós-graduação em Estudos Literários, nas linhas Literatura e Psicanálise e Edição e Recepção do Texto Literário. Pesquisa, desde 1995, a experiência literária em território indígena.

    A partir de 2002, como bolsista do CNPq (1), liderou o Núcleo Transdisciplinar de Pesquisas Literaterras: escrita, leitura, traduções. À frente do grupo, criou o Acervo Indígena da UFMG (ACID), coordenou a área de Múltiplas Linguagens do curso de Formação Intercultural de Educadores Indígenas da UFMG (FIEI/Prolind, 2006-2011) e a edição de 130 obras literárias de autoria indígena produzidas, distribuídas em diversas escolas e terras indígenas do Brasil.

    Na função de diretora do Centro Cultural UFMG (2011-2014), criou o Programa de Extensão Muitas Culturas no Centro e o projeto MIRA! Artes Visuais. Atualmente, atua como professora (Programa Visitante Sênior na Amazônia, Edital 20/2018 da CAPES) no Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade da Universidade Federal do Acre, onde coordena o Laboratório de Interculturalidade.

LINKS:

https://mariainesdealmeida.wordpress.com/

https://www.youtube.com/watch?v=ngp7iPAy-JA

https://www.youtube.com/watch?v=XM4jf3qaZWI

https://drive.google.com/file/d/1Y21bO8veyRGgZdZ08dkgra9-vL37kdKY/view?usp=sharing

https://www.youtube.com/watch?v=hE5ZOvuAMTY&t=4477s

https://drive.google.com/file/d/1iQsLKzoL5cAfaVtzi1lHjd7F0999pu88/view?usp=sharing

Daniel Belik

   Doutor em Antropologia Social pela University of St. Andrews (2013-18). Mestre em Antropologia Social pela University of Aberdeen (2010-11). Graduado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (FFLCH-USP, 2009). Licenciado pela Faculdade de Educação da mesma universidade (FE-USP, 2010). Trabalhou em Rio Branco (AC) na Escola da Floresta e como Professor substituto no Centro de Educação, Artes e Letras da Universidade Federal do Acre (CELA/UFAC).

  Prestou consultoria como antropólogo para a Federação Nativa de Madre de Dios e Afluentes (FENAMAD), no Peru; para a OSCIP Andiroba e WWF no Acre e para a FUNAI, para a OTCA, para o IIEB e para a GIZ em Brasilia.

LINKS:

http://lattes.cnpq.br/0044433889745467

http://www.revistas.usp.br/cadernosdecampo/article/view/52613

https://ethos.bl.uk/OrderDetails.do?uin=uk.bl.ethos.757188

Marina Paulino Bylaardt

   Artista Plástica formada pela UFMG, bacharel em escultura, atuou como professora em programas sociais, figurinista, costureira e artesã. Atualmente trabalha com design e é mestranda no programa de Pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade da Universidade federal do Acre. Tem como objetivo pesquisar as Artes indígenas e sua aplicação em projetos gráficos.

 É responsável pelas artes gráficas da publicação da revista Sumaúma-  edição comemorativa dos 20 anos da categoria dos Agentes agroflorestais Indígenas; dos livros didáticos de Joaquim Maná Hãtxa Kenea Yusĩti – Rabe, Hãtxa Kenea Yusĩti – Tsamĩ e Shanenawa Sikũ Kawa; das edições eletrônicas de Hãtxa Kenea Meniti; da edição eletrônica do livro Nixpu Pima de Norberto Sales Kaxinawa – Tene, entre outros.

   Como pesquisadora do Laboratório de Interculturalidade faz a programação visual deste site e de suas demais peças de comunicação.

LINKS:

http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K2115479Y7

marina.bylaardt.com.br

Camila Bylaardt Volker

  Formada em Língua Latina pela Universidade Federal de Minas Gerais (2004) e possui mestrado em Teoria Literária pela mesma instituição (2007). É doutora em Teoria Literária pela Universidade Federal de Santa Catarina (2017) e defendeu uma tese sobre a representação da floresta amazônica como superfície nos textos amazônicos de Euclides da Cunha e Constant Tastevin.

   Atualmente se dedica a reflexão sobre a crítica literária como instrumento de ressignificação das obras artísticas. Atua principalmente nas áreas de crítica e teoria literária.

Principais Produções:

Tese:
“Uma superfície líquida, barrenta e lisa: A paisagem amazônica em Euclides da Cunha e Constant Tastevin”
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/180558

Artigos:
“Figurações dos indígenas em À Margem da História” – revista Crítica Cultural
http://www.portaldeperiodicos.unisul.br/index.php/Critica_Cultural/article/view/4796/pdf

“Golpes de escrita: traçados de Roland Barthes e Henri Michaux sobre o Oriente” – revista Criação e Crítica
http://www.revistas.usp.br/criacaoecritica/article/view/90545

Shelton Lima de Souza

 Possui graduação em Letras/Português do Brasil como Segunda Língua (2006), mestrado em Linguística/Gramática (2008), ambos realizados na Universidade de Brasilia/UnB, e doutorado em Linguística (2017) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ com bolsa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Acre/FAPAC.

   Professor Adjunto Nível 3 de Linguística e Língua Portuguesa no Centro de Educação, Letras e Artes/CELA da Universidade Federal do Acre/UFAC.

 Suas principais áreas de atuação são: teoria e análise linguística (Fonética, Fonologia, Morfologia e Sintaxe de línguas indígenas, tais como Xerente (Jê) e Jaminawa (Pano)) e educação linguística intercultural.

LINKS:

 

Lattes:

Soleane Manchineri 

  “Nasci em Rio Branco, morei até os quatro anos de idade na Terra Indígena Mamoadate, na aldeia Extrema, conhecida conforme meu nome indígena “Tita”. Tenho 35 anos, sou mãe de duas filhas: Larissa e Lavínia que moram comigo em Rio Branco.
  Morando na cidade trabalhei como Guia de Turismo durante cinco anos, fiz teatro, contei histórias, me formei na UFAC como Historiadora e recentemente trabalhei na Associação do Movimento dos Agentes Agroflorestais Indígenas do Acre durante dois anos e seis meses. E por alguns meses como Secretária da Organização das Mulheres Indígenas do Acre, Sul do Amazonas e Noroeste de Rondônia e Mestrado no PPGLI-UFAC.
  Sobre a educação escolar, acredito nos ideais baseados na resistência e na sobrevivência, pois os indígenas precisam vivenciar um protagonismo de fato e de direito no dia-a-dia gerando “uma ponte” em que dialoguem seus conhecimentos com os demais. Considero fundamental o ato dos povos indígenas terem autonomia através da Educação. Além dessa interação, que credito ser de suma importância tanto para os indígenas quanto para não indígenas. Continuo resistindo ocupando espaços não indígenas para continuar na luta por dias melhores para os povos indígenas.
  Os planos ainda não estão definidos, mas pretendo colaborar diretamente dentro da TI Mamoadate, futuramente, se a comunidade aceitar. Quero vivenciar e aproveitar o que tiver de bom na alimentação tradicional, que considero ser algo primordial para os Manchineri, bem como a questão de uma estrutura familiar que engaja os demais membros do povo.”                                                                                                                          (Texto escrito pela pesquisadora).

LINKS:

Dissertação:  https://drive.google.com/file/d/1LlKLgBS_b_pEHE86zozGssOEEzXtCAnV/view?usp=sharing

Ana Letícia de Fiori

  Bacharel e licenciada em Ciências Sociais, mestra e doutora em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo. Também pesquisadora do Grupo de Etnologia Urbana do Núcleo de Antropologia Urbana da USP, onde desenvolveu tese sobre os enredamentos entre educação e política com universitários indígenas Sateré-Mawé do baixo Amazonas. 

  Atualmente, é professora do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, dedicando-se às intersecções entre antropologia urbana, antropologia do direito, etnologia indígena e interculturalidade. É editora executiva da Revista Ponto Urbe.

LINKS:

Tese:

Conexões da interculturalidade: cidades, educação, política e festas entre Sateré-Mawé do Baixo Amazonas.
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-13122018-163358/pt-br.php

Revista Ponto Urbe (LabNAU):

https://journals.openedition.org/pontourbe/

Lattes:

http://lattes.cnpq.br/8276389805631907

Valda Inês Fontenele Pessoa

  É doutora em Educação: Currículo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PUC-SP. Fez mestrado em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (1999), especialização em Metodologia do Ensino Superior pela Universidade Federal do Acre (1994), especialização em planejamento educacional pela Universidade Federal do Acre (1986), e aperfeiçoamento em Administração Universitária pela Universidade Federal do Amazonas (1994), graduação em Pedagogia pela Universidade Federal do Acre (1981).

  Faz parte do corpo docente do Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade da UFAC atuando na linha de pesquisa Lingua(gens) e Formação Docente. Coordena o Grupo Interdisciplinar de Pesquisa e Estudos sobre Culturas, Linguagens e Educação – GIPECLE. É membro do grupo de Estudos e Pesquisas em Política Educacional, Gestão Escolar, Trabalho e Formação Docente-UFAC e do Grupo de Estudos e Pesquisas em Interdisciplinaridade – GEPI/PUC-SP.

 É pesquisadora do Laboratório de Interculturalidade. Desenvolve pesquisas no campo das políticas públicas de currículo, de avaliação e da formação docente.

Rafael Otávio Fares

  Doutor em teoria da literatura e literatura comparada pela Faculdade de Letras da UFMG, onde também formou-se como mestre em literatura brasileira e graduado. Sua pesquisa está centrada na reflexão sobre a produção contemporânea de livros e filmes pelas comunidades indígenas.

  Atualmente é professor de Produção de Texto na UEMG, unidade de João Monlevade. Desenvolve trabalhos de pesquisa e extensão, dentre eles estão o programa de rádio com os alunos da engenharia e a contribuição no Pré-UEMG. Sua pesquisa está centrada nos saberes indígenas nos livros indígenas publicados nas últimas décadas.  Trabalhou no Curso de Formação Intercultural para Professores Indígenas da UFMG no eixo Múltiplas Linguagens (2006 a 2011) e foi professor substituto de português no CEFET-MG nos anos de 2010, 2011 e 2017. Integra desde 2005 o grupo de pesquisa Literaterras, sediado na Faculdade de Letras da UFMG.

  Dentre as disciplinas em que transita estão literatura, língua portuguesa e a produção audiovisual. Dentre os livros que realizou com os indígenas estão o livro Curar com os Maxakali(2008), o livro Para seu trono lirar com os Xacriabá (2012) e o Nixpu Pima com os Huni Kuin (2015). Realizou os filmes Casca do Chão com os Kaxixó (2008), Presente dos Antigos com os Xacriabá (2009) e o Floresta também é Gente com os Huni Kuin (2013). Em 2016, ministrou oficinas pela ong. Filmes de Quintal, em parceria com o IPHAN, para a realização do filme Sistema Tradicional Agrícola do Alto Rio Negro (2017). 

  Foi pesquisador e produtor da exposição Mira! Artes Visuais Contemporâneas dos Povos Indígenas(2013), que contou com variadas etnias de países como Equador, Bolívia, Peru, Brasil e Colômbia. Sua produção no campo das artes também abrange a escrita de roteiros e de poesia, como os livros Árvore Nômade (2019), Fio d´Água (2014) e Exemplar Disponível ao Roubo (2011).

Marcos de Almeida Matos

  Possui graduação em filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais (2003), mestrado em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais (2006) e doutorado em Antropologia Social pela Universidade Federal de Santa Catarina (2018).

  Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal do Acre. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Etnologia Indígena, atuando principalmente nos seguintes temas: teoria antropológica, etnologia e história na Amazônia Ocidental, organização e parentesco.

Principais Produções:

Tese:
“Organização e história dos Manxineru do alto rio Iaco”  https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/191268

Artigos:
“Notas sobre a produção feminina da socialidade segundo o ponto de vista de um bebedor de caiçuma” – revista Amazônica  https://periodicos.ufpa.br/index.php/amazonica/article/view/7562

“Parentesco por brincadeira no alto rio Iaco” – revista Anuário Antropológico  https://periodicos.unb.br/index.php/anuarioantropologico/article/view/10655

“Política da consideração: ação e influência nas terras baixas da América do Sul” (em co-autoria com José Antonio Kelly) – revista Mana                                                      https://www.scielo.br/scielo.phppid=S010493132019000200391&script=sci_arttext

“Antropologia: ‘a única filosofia original brasileira’?” – revista Crítica Cultural  http://www.portaldeperiodicos.unisul.br/index.php/Critica_Cultural/article/view/4797

“Sobre como as florestas pensam (resenha)” – Revista de Antropologia    http://www.revistas.usp.br/ra/article/view/102119

Danilo Rodrigues

  Danilo Rodrigues do Nascimento, possui graduação em bacharelado em história pela Universidade Federal do Acre (2018), mestrando no Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade (2019) com a dissertação intitulada como “Educação Huni Kuĩ: saberes, protagonismo indígena e currículo”.

  Atualmente é pesquisador do Laboratório de Interculturalidade e bolsista da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior).

Cristiane De Bortoli

 Possui graduação em Licenciatura em Música pela Universidade de Brasília/UnB (2011) e Especialização em Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Relações Etnicorraciais pela Universidade Federal de Ouro Preto/UFOP (2016).

  É Mestre em Letras: Linguagem e Identidade pela Universidade Federal do Acre/UFAC (2020), com a dissertação “Tradições Orais e Canções Shanenawa através das memórias de Shuayne, patriarca da aldeia Shane Kaya”. Atualmente é professora efetiva de Música do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre, Campus Tarauacá, pesquisadora do Laboratório de Interculturalidade (Labinter/UFAC) e do Grupo de Pesquisa Azougue (IFAC).

  É membro fundadora do Núcleo de Estudos Afrobrasileiros e Indígenas -NEABI/IFAC/Tarauacá. Trabalhou como Professora Substituta no Curso de Licenciatura em Música da UFAC, como professora de Arte/Música na SEE/AC e como gestora cultural na Fundação Municipal de Cultura Garibaldi Brasil, em Rio Branco.

LINKS:

Dissertação: https://drive.google.com/file/d/1X25tCa3Aq2cuZ_cuw0Jy6ymzWJoSn42T/view?usp=sharing

Jaider Esbell

  Jaider Esbell, 1979, Normandia-RR. É indígena Makuxi da TI Raposa – Serra do Sol. Foi alfabetizado em casa. Concluiu o ensino médio em 1997. Mudou-se para Boa Vista em 1998 onde vive e mantém a Galeria Jaider Esbell de Arte Indígena Contemporânea.

  Acesse http://www.jaideresbell.com.br/ para mais informações. A web registra as diversas atividades do artevista multimídia. Seu trabalho repercute no Brasil e no exterior. Sua carreira profissional iniciou em  2009 com a Bolsa Funarte/Minc de Criação literária.

  O produto é a obra literária Terreiro de Makunaima – Mitos, lendas e estórias em vivências. Pelo conjunto da obra, foi indicado ao Prêmio PIPA em 2016, onde venceu na categoria on-line. Sua trajetória compreende diversas linguagens artísticas. Seu portfólio mostra ainda que  é produtor, curador e livre pesquisador do Sistema da Arte Indígena Contemporânea. Escreve e publica na modalidade ensaio. Jaider Esbell é reconhecido como um dos pensadores indígenas mais ativos da atualidade.

LINKS:

https://www.youtube.com/watch?v=ngp7iPAy-JA

https://www.premiopipa.com/pag/jaider-esbell/

Laura Castro

  Professora adjunta no Instituto de Humanidades, Artes e Ciências (IHAC) da Universidade Federal da Bahia (UFBA), atua no Bacharelado Interdisciplinar em Artes. Laura Castro tem doutorado em Artes Cênicas (UFBA), mestrado em Literatura (UnB) e graduação em Letras (UnB).

  Seus interesses de pesquisa atravessam a literatura em seu campo expandido, a publicação independente, seus modos de produção e distribuição e a memória gráfica da Bahia. Como extensionista, dedica-se a pensar modos de fomentar uma ecologia dos saberes no campo das artes a favor de uma universidade pluriepistêmica e decolonial.

  Atualmente, seu foco de trabalho é na coordenação editorial e na condução de oficinas de escrita literária, para a produção de livros de estudantes indígenas junto a suas comunidades. Atua no PROFARTES – Mestrado Profissional em Artes, do IHAC/UFBA e no Programa de Pós-graduação em Educação e Relações Étnico-raciais (PPGER), da CJA/UFSB.

LINKS:

https://www.facebook.com/561739997/posts/10157789444529998/?app=fbl

“Edições Zabelê  – Site do projeto e materiais didáticos produzidos com a comunidade escolar pataxó da Aldeia Kaí”: http://www.edicoeszabele.com.br/

http://www.edicoeszabele.com.br/2019/02/tipografia-atxuhu-kai.html

http://www.edicoeszabele.com.br/2019/02/download-do-livro.html

“Awê de encantarias: a experiência de um livro vivo com crianças pataxó”: http://ojs.univas.edu.br/index.php/argumentosproeducacao/article/view/620/392

“Palavra amolada: do Extremo Sul da Bahia ao Sertão Pernambucano”: https://issuu.com/taygoara/docs/miolo_12_05_2019

Lattes:

https://wwws.cnpq.br/cvlattesweb/PKG_MENU.menu?f_cod=1F72B29ED89EF6DF81F7AEED796E3E04#

Mauro Oddo Nogueira

  Engenheiro e Administrador de Empresas, Mestre (UFF) e Doutor em Engenharia (Coppe/UFRJ). Foi professor e coordenador de cursos de graduação e pós-graduação em diversas instituições de ensino, entre as quais a Puc-RJ, o Ibemec-RJ e o Coppead/UFRJ. Foi executivo em empresas públicas e privadas e consultor na área de gestão organizacional e qualidade.
  Atualmente, é pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – Ipea, onde se dedica a estudos sobre produtividade, as empresas de pequeno porte, a economia informal, a precarização do trabalho e o desenvolvimento sustentável, sendo também professor do Mestrado Profissional em Desenvolvimento e Políticas Públicas desse Instituto. 

É autor do livro “Um Pirilampo no Porão: um pouco de luz nos dilemas da produtividade das pequenas empresas e da informalidade no Brasil”.

LINKS:

Tese de Doutorado: em Engenharia de Sistemas e Computação (Qualidade em
Projetos de Software) pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e
Pesquisa em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro –
PESC/COPPE/UFRJ: “Qualidade no Setor de Software Brasileiro: uma avaliação das
práticas das organizações” (2006);                                 https://www.cos.ufrj.br/index.php/pt-BR/publicacoes-pesquisa/details/15/2029

“Um Pirilampo no Porão: um pouco de luz nos dilemas da produtividade das pequenas
empresas e da informalidade no Brasil – 2ª ed. Revista e ampliada”. (com colaboração
de Graziela Ferrero Zucoloto) – Livro. 2017 – ISBN 978-85-7811-354-4. 2019. Ed.
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – Ipea, Brasília, DF.   https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=30804&Itemid=444

“Por Um Desenvolvimento Inclusivo: o caso Brasil”. Organizador do livro. (Coautoria
com Ricardo Infante e Carlos Mussi). 2015, Ed. Instituto de Pesquisa Econômica
Aplicada – Ipea / Comissão Econômica para a América Latina e Caribe – Cepal /
Organização Internacional do Trabalho – OIT, Brasília-DF/Santiago-Chile.  https://repositorio.cepal.org/bitstream/handle/11362/37823/S1420736_pt.pdf

“Socorro Governamental às Pequenas Unidades Produtivas Frente à Atual Pandemia”
(com Sandro Pereira Silva e Sandro Sacchet de Carvalho). Nota Técnica. Nº 63 –
Diset, 2020, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – Ipea, Brasília, DF.
(DOI 10.13140/RG.2.2.34879.12967)  https://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/nota_tecnica/200519_NT_N63_Diset.pdf

“Simples National: Monotax Regime for Own-Account Workers, Micro and Small
Entrepreneurs: Experiences from Brazil”. (com Silas Santiago, Sandro Sacchet de
Carvalho e Judith van Doorn). Enterprise Formalization, 2019. Organização
Internacional do Trabalho – OIT. Genebra.  https://www.ilo.org/empent/Publications/WCMS_715864/lang–en/index.htm

“Remédio ou Veneno? As políticas de formalização de negócios e a precarização do
trabalho em um contexto de crise” (com Sandro Sacchet de Carvalho e Larissa de
Souza Pereira). Boletim Mercado de Trabalho. Nº 66, 2019, Instituto de Pesquisa
Econômica Aplicada – Ipea, Brasília, DF.  https://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/mercadodetrabalho/190612_bmt_66_politica_em_foco_remedio_ou_veneno.pdf

“Financing Innovation in Brazil: the role of the Brazilian development bank”. (Coautoria
Graziela Ferrero Zucoloto e Larissa de Souza Pereira) International Journal of Innovation – IJI. E-ISSN – 2318-9975. Vol 7, N. 01, janeiro/abril 2019. Uninove, São Paulo, SP.  http://www.journaliji.org/index.php/iji/article/view/342/pdf

“Infinitos Tons de Cinza: entre o formal e o informal, o Brasil se faz no semiformal”.
Boletim Mercado de Trabalho. Nº 64, 2018, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
– Ipea, Brasília, DF.                                                      https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=33118&Itemid=9

“As Empresas de Pequeno Porte no Brasil: os dilemas da produtividade e da
informalidade”. (coautoria Larissa de Souza Pereira) Radar: tecnologia, produção e
comércio exterior. Nº 55, 2018, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – Ipea,
Brasília, DF.                                                    https://www.ipea.gov.br/radar/temas/servicos/705-as-empresas-de-pequeno-porte-no-brasil-os-dilemas-da-produtividade-e-da-informalidade

“Nem formal, nem informal, o Brasil é semiformal (parte 1)”. Blog: Economia de
Serviços – 16/02/2017 (http://economiadeservicos.com/2017/02/16/nem-formal-nem-
informal-o-brasil-e-semiformal-parte-1/).  https://economiadeservicos.com/2017/02/16/nem-formal-nem-informal-o-brasil-e-semiformal-parte-1/

“Nem formal, nem informal, o Brasil é semiformal (parte 2 – Um Caso)”. Blog:
Economia de Serviços – 23/02/2017 (http://economiadeservicos.com/2017/02/23/nem-
formal-nem-informal-o-brasil-e-semiformal-parte-ii-um-caso/).  https://economiadeservicos.com/2017/02/23/nem-formal-nem-informal-o-brasil-e-semiformal-parte-ii-um-caso/

“Nem formal, nem informal, o Brasil é semiformal (parte 3 – O Caso do Carnaval)”.
Blog: Economia de Serviços – 28/02/2017 (http://economiadeservicos.com/2017/
02/28/nem-formal-nem-informal-o-brasil-e-semiformal-parte-iii-o-caso-do-carnaval/).  https://economiadeservicos.com/2017/02/28/nem-formal-nem-informal-o-brasil-e-semiformal-parte-iii-o-caso-do-carnaval/

“A Baixa Produtividade das MPEs no Brasil: ameaça ou oportunidade?”. Blog:
Economia de Serviços – 17/01/2017 (http://economiadeservicos.com/2017/01/17/a-
baixa-produtividade-das-mpes-no-brasil-ameaca-ou-oportunidade/).  https://economiadeservicos.com/author/mauro-nogueira/

“Cartão BNDES: inovação no apoio às MPMEs”. Radar: tecnologia, produção e
comércio exterior. Nº 48, 2016, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – Ipea,
Brasília, DF. https://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/radar/20170110_radar_48_art4.pdf

“O Panorama das Políticas Públicas Federais Brasileiras Voltadas Para as Empresas
de Pequeno Porte”. Texto para Discussão Nº 2217, 2016. Instituto de Pesquisa
Econômica Aplicada – Ipea, Brasília, DF.                 https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=28297&Itemid=406

“Uma Análise Contextual das Políticas Públicas Voltadas Para as Empresas de
Pequeno Porte No Brasil”. Texto para Discussão Nº 2233, 2016. Instituto de Pesquisa
Econômica Aplicada – Ipea, Brasília, DF.                https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=28677&Itemid=406

“A Problemática do Dimensionamento da Informalidade na Economia Brasileira”. Texto
para Discussão Nº 2221, 2016. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – Ipea,
Brasília, DF.                                                                  https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=28348&Itemid=406

“A Construção Social da Informalidade e da Semiformalidade no Brasil: uma proposta
para o debate”. Texto para Discussão Nº 2237, 2016. Instituto de Pesquisa Econômica
Aplicada – Ipea, Brasília, DF.                                      https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=28763&Itemid=406

“A Dinâmica Inovativa das Empresas de Pequeno Porte no Brasil”. (Coautoria com
Graziela Ferrero Zucoloto). Texto para Discussão Nº 2255, 2016. Instituto de Pesquisa
Econômica Aplicada – Ipea, Brasília, DF.                https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=29047&Itemid=406

“Uma Reflexão Sobre a Problemática da Baixa Produtividade do Trabalho na
Economia Brasileira: o desafio das empresas de pequeno porte”. Texto para
Discussão Nº 2208, 2016. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – Ipea,
Brasília, DF.                                                                  https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=28044&Itemid=406