Arquivos: Rio Chandless

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Projeto Cooperação
Projeto Cooperação

Este projeto representa o esforço conjunto de professores visitantes e permanentes, bem como de bolsistas do PNPD, para criar ações concretas, a partir da oportunidade de atuação conjunta, possibilitada pela UFBA. Ao receber os professores visitantes, com suas propostas individuais e coletivas, a UFBA abre espaços para pensar criticamente o desenvolvimento da educação e propor novos métodos, relacionados aos diversos contextos em que a universidade pode atuar.

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O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje
O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje

Esperasse contribuir não só para difundir as bases conceituais para um renovado conhecimento da sociodiversidade dos povos indígenas no Brasil contemporâneo, como também para fornecer subsídios para o fortalecimento dos estudantes indígenas no espaço acadêmico, e tornar mais complexo o conhecimento dos formadores sobre essa realidade e sobre as relações que se estabelecem no convívio com as diferenças culturais. Finalmente, esperasse que a sociedade aprofunde sua busca pela democracia com superação das desigualdades sociais.

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Medicina Tradicional: Terapia indígena no estado do Acre
Medicina Tradicional: Terapia indígena no estado do Acre

A população indígena do Acre tem forte influência no Estado, sendo assim, este artigo de revisão da literatura evidencia os métodos de terapia indígena, bem como sua medicina tradicional.

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História Indígena
História Indígena

“História Indígena” é a primeira cartilha da disciplina de História destinada às escolas da floresta. dentro do Projeto de Educação “Uma Experiência de Autoria”, que a Comissão Pró-Índio do Acre desenvolve desde 1983. Os textos foram produzidos pelos professores índios do Acre e do Sul do Amazonas.durante os XIV, XV e XVI. Cursos de Formação, ocorridos nos anos de 1995 e 1996, bem como em trabalhos de pesquisa desenvolvidos em suas aldeias.

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De índios para índios: A escrita indígena da história
De índios para índios: A escrita indígena da história

No decorrer das últimas décadas, muitos grupos indígenas vêm progressivamente intensificando e ampliando a gama de relações com os mais variados setores da sociedade nacional. Nesse contexto, assumem a tarefa de elaborar discursos em que devem se apresentar, enquanto grupos diferenciados, para o “outro”.

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Shanenawahu Tapimati
Shanenawahu Tapimati

O livro Shanenawahu Tapimati é constituído por uma coletânea de letras de músicas que os Shanenawa cantam em festas e outras ocasiões especiais e por histórias contadas sobre o mito da criação do povo Shanenawa e a história de sua chegada à região onde atualmente vive.

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Autoria, Interculturalidade e Conhecimentos Etnoecológicos: O Caso dos Agentes Agroflorestais Indígenas do Acre
Autoria, Interculturalidade e Conhecimentos Etnoecológicos: O Caso dos Agentes Agroflorestais Indígenas do Acre

Os conhecimentos ecológicos indígenas vêm sendo investigados e manipulados por cientistas e gestores públicos nos mais diversos contextos discursivos e práticos: na academia, particularmente entre a antropologia e a biologia; em programas de desenvolvimento; de conservação ambiental; prospecção biológica e no campo do direito, em torno de regimes legais de proteção e repartição justa de benefícios.

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Agroflorestas e Agentes Agroflorestais Indígenas no Acre
Agroflorestas e Agentes Agroflorestais Indígenas no Acre

Os Agentes Agroflorestais Indígenas (AAFIs) são jovens e adultos de todas as etnias indígenas do estado do Acre escolhidos em suas aldeias, para atuarem na implantação de sistemas agroflorestais e na gestão ambiental e territorial de suas terras indígenas, após receber a formação da Comissão Pró-índio do Acre (CPI/AC).

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Uma gramática da língua Hãtxa Kui
Uma gramática da língua Hãtxa Kui

A presente tese de doutorado trata de aspectos fundamentais da língua Hãtxa kuĩ à luz de uma abordagem linguística antropológica. Parte de uma descrição das classes de palavras, pondo em foco a classe dos nomes, cujos morfemas constituintes são minuciosamente descritos.

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Etnozoneamento, Etnomapeamento e Diagnóstico Etnoambiental: Representações Cartográficas e Gestão Territorial em terras indígenas no estado no Acre
Etnozoneamento, Etnomapeamento e Diagnóstico Etnoambiental: Representações Cartográficas e Gestão Territorial em terras indígenas no estado no Acre

Ao longo de séculos os mapas foram produzidos e utilizados por grupos dominantes como componentes intrínsecos de processos de conquistas territorial e social. Isto fica visível na história da cartografia acreana que produziu diversos mapas para a delimitação das fronteiras internacionais e estaduais.

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Tempos Mansos: história, socialidade e transformação no Juruá-Purus indígena
Tempos Mansos: história, socialidade e transformação no Juruá-Purus indígena

A presente dissertação analisa concepções de tempo e história dos Kulina (Arawá), Paumari (Arawá), Kanamari (Katukina) e Kaxinawá (Pano), que habitam a região dos rios Juruá e Purus, no Sudoeste Amazônico, nos estados brasileiros do Acre e Amazonas.

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Shenipabu Miyui: Literatura e Mito
Shenipabu Miyui: Literatura e Mito

Diante da potencial contribuição indígena para o cenário cultural e literário brasileiro e tendo em vista a escassez de estudos acadêmicos voltados à compreensão das narrativas e criações poéticas que têm o índio como autor/ criador, a presente pesquisa apresenta uma análise de um grupo de doze narrativas, contidas na obra Shenipabu Miyui, elaborada entre 1989 e 1995.

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“Penduraram as letras na parede da sala: Escrita e Organização Social no Alto Juruá"
“Penduraram as letras na parede da sala: Escrita e Organização Social no Alto Juruá”

O trabalho trata dos usos e significados atribuídos à linguagem escrita na região do alto rio Juruá, oeste do Estado do Acre, na amazônia brasileira. Pretende assim contribuir modestamente para o estudo da escrita entre grupos sociais que são marginalizados da escrita em sociedades letradas. Para isso procuramos traçar uma história da escrita na região, apoiada em material histórico e na pesquisa etnográfica, apoiando-se também em textos escritos por alguns moradores dessa região e que não frequentaram a escola.

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Os Huni Kuin (Kaxinawá) do caucho e o Indigenismo Ambiental Acreano: Diálogos e ficções em torno da Conservação Ambiental nos Territórios Indígenas na Amazônia Sul Ocidental Brasileira
Os Huni Kuin (Kaxinawá) do caucho e o Indigenismo Ambiental Acreano: Diálogos e ficções em torno da Conservação Ambiental nos Territórios Indígenas na Amazônia Sul Ocidental Brasileira

Esta tese aborda a agencialidade e os processos de produção social dos Huni Kuin (Kaxinawá) da Terra Indígena Igarapé do Caucho (Acre) no contexto da ambientalização das relações interétnicas e da emergência do indigenismo ambiental na Amazônia brasileira.

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Nawa Inawa
Nawa Inawa

Este artigo tenta dar conta de uma sensação experimentada não poucas vezes ao estudar os Yaminawa, e que será talvez familiar a colegas que se tenham dedicado a outros grupos Pano: uma sensação comparável, digamos, à de navegar por um rio de uma margem só, por sinal sempre a outra. O termo nawa, como sufixo ou como supercategoria, como nome ou como adjetivo, serve para designar próprios e estranhos, identifica o etnólogo para os índios e os índios para o etnólogo, e inspira a este, invariavelmente, alguma exegese, da qual sempre escapa alguma das suas versões.

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Na "remenda do céu com a terra" escolas diferenciadas não são Huni Kuĩ
Na “remenda do céu com a terra” escolas diferenciadas não são Huni Kuĩ

Esta dissertação versa sobre o processo empreendido pelo povo kaxinawá no Acre, que consiste em tornar suas escolas diferenciadas, escolas Huni Kuĩ. A pesquisa enfatiza o esforço indígena em reposicionar suas escolas a partir do lugar das relações que eles estabelecem intra e interetnicamente.

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Agrofloresta e Cartografia Indígena: a gestão territorial e ambiental nas mãos dos Agentes Agroflorestais Indígenas do Acre
Agrofloresta e Cartografia Indígena: a gestão territorial e ambiental nas mãos dos Agentes Agroflorestais Indígenas do Acre

O presente trabalho aborda uma experiência local na Amazônia ocidental brasileira no estado do Acre, desde 1996, onde trata de uma ação educacional na formação de Agente Agroflorestal Indígena (AAFI) para a gestão territorial e ambiental das terras indígenas e de seu entorno. A pesquisa debate dois aspectos fundamentais na formação do AAFI: a agrofloresta e a cartografia indígena.

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Confrontando Registros e Memórias sobre a Língua e a Cultura Huni Kuin: de Capistrano de Abreu aos dias atuais
Confrontando Registros e Memórias sobre a Língua e a Cultura Huni Kuin: de Capistrano de Abreu aos dias atuais

Esta dissertação corresponde a uma primeira leitura Huni kuĩ da obra linguística pioneira sobre a língua deste povo, o Hãtxa kuĩ, de autoria de Capistrano de Abreu (1914). A dissertação concentra-se em parte dos textos publicados por Capistrano, os quais encerram material de fundamental valor para o povo Huni kuĩ na atualidade. São registros de episódios míticos do conhecimento tradicional Huni kuĩ que, em cem anos já decorridos desde a sua publicação, passam a ser material de consulta de alta importância para o ensino da língua e da cultura Huni kuĩ nas escolas das aldeias de seus principais herdeiros.

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Xinã Bena, dinâmicas de um novo tempo: Desenvolvimento e Cultura entre os Kaxinawa do rio Jordão
Xinã Bena, dinâmicas de um novo tempo: Desenvolvimento e Cultura entre os Kaxinawa do rio Jordão

A presente dissertação de mestrado foi realizada através de uma ótica interdisciplinar, guiada pela perspectiva psicossociológica. Através de uma pesquisa qualitativa, teve como objetivo investigar as concepções e expectativas de desenvolvimento das lideranças do grupo indígena Kaxinawa, que habita o rio Jordão, na fronteira entre o Brasil e o Peru, que forma a população indígena mais numerosa do estado do Acre.

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Ao Sabor das Águas Acreanas: Etnografia das oficinas de vídeo do Projeto Vídeo nas Aldeias Ashaninka e Huni Kuin
Ao Sabor das Águas Acreanas: Etnografia das oficinas de vídeo do Projeto Vídeo nas Aldeias Ashaninka e Huni Kuin

Esta etnografia apresenta dois momentos de aprendizagem pelos quais os futuros realizadores indígenas – integrantes do “Pontão de Cultura Vídeo Nas Aldeias” – experimentam durante sua formação: Captação de imagens e Edição A pesquisa se deu a partir de dois trabalhos de campo: acompanhando a Oficina de Formação de Realizadores Indígenas Ashaninka do Rio Amônia no Acre, que resultou no filme “UMA ALDEIA CHAMADA APIWTXA” e o processo de edição do filme Huni Kuin “KENE YUXI, AS VOLTAS DO KENE”, em Olinda (PE).

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A Identidade Puyanawa e a Escola Indígena
A Identidade Puyanawa e a Escola Indígena

O objetivo desta tese é analisar a identidade puyanawa com base nos letramentos na escola Ixubãy Rabuy Puyanawa, destacando aspectos de sua cultura e de sua história, a fim de verificar se a educação formal contribui ou não para o fortalecimento da identidade desta etnia. Para investigar essa comunidade procura responder as seguintes questões: Como a identidade do povo Puyanawa é produzida? É possível recuperar a cultura Puyanawa por meio da (re) vitalização da língua? Quais são os mecanismos que a Escola Ixũbãy Rabuĩ Puyanawa envolve ativamente ou não na constituição e na fixação da identidade de seu povo? Na metodologia recorre ao estudo de caso etnográfico e qualitativo de pesquisa porque se trata de um estudo da cultura.

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Indígenas isolados Páno e Funai: Um encontro discursivo possível?
Indígenas isolados Páno e Funai: Um encontro discursivo possível?

Nesta tese, objetiva-se apresentar, sob a perspectiva da Análise de Discurso de Linha Francesa, um estudo do verbal e do não verbal nos primeiros contatos com indígenas isolados da família etnolinguística Páno no final do século XX e início do século XXI, na Amazônia, na fronteira do Brasil com o Peru. O trabalho analisa os efeitos de sentidos produzidos nos contatos realizados no Brasil entre Fundação Nacional do Índio – FUNAI – e isolados Páno, assim como as condições de produção desses contatos. A noção de contato é trabalhada na tese como confronto.

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'Territórios Originários': Manchineri além das fronteiras
‘Territórios Originários’: Manchineri além das fronteiras

A epígrafe que deu origem a este trabalho vem do interesse em estudar os povos indígenas desde a graduação. Assim, nessa dissertação apresento uma descrição sobre o Povo Manchineri além das fronteiras tradicionais e delimitadas geograficamente. Deste modo, é fundamental para a Geografia, abordar estudos sobre questões indígenas, assim a pesquisa é um elemento imprescindível no campo da Geografia que sobretudo contextualiza povos que vivem nos corredores fronteiriço Brasil, Peru e Bolívia.

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Revista Samaúma
Revista Samaúma

Edição comemorativa dos 20 anos da categoria dos Agentes Agroflorestais Indígenas.

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Os Kaxinawá de Felizardo: correrias, trabalho e civilização no Alto Juruá
Os Kaxinawá de Felizardo: correrias, trabalho e civilização no Alto Juruá

Os Kaxinawá (gente do morcego) se autodenominam Huni Kui (gente verdadeira) e falam o hãtxa kui (língua verdadeira), pertencente à família lingüística Pano. Pouco mais de 5.800 no Estado do Acre, vivem em doze terras indígenas (TIs) situadas nos rios Breu, Jordão, Tarauacá, Murú, Humaitá, Envira e Purus. A maior população indígena no Acre, os Kaxinawá constituíam, em 2006, 43% dos índios no estado.

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Povo e Língua Jaminawa (variedade de Kayapucá): da realidade social às formas linguísticas e às categorias Aspecto-temporal, Modo e Negação
Povo e Língua Jaminawa (variedade de Kayapucá): da realidade social às formas linguísticas e às categorias Aspecto-temporal, Modo e Negação

Nesta tese, focalizamos a manifestação e a configuração sintática das categorias de tempo, aspecto e modo (TAM) e da categoria de negação na língua Jaminawa, variedade falada na TI Kaiapucá (Boca do Acre-AM).

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Caderno Textuante

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Relatório do I Seminário de Pesquisas da Escola Indígena
Relatório do I Seminário de Pesquisas da Escola Indígena

O relatório descreve os objetivos, resultados, programação, insumos e atividades realizadas no I Seminário de Pesquisas da Escola Indígena.

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Slides da Escola Indígena
Slides da Escola Indígena

Slides ilustrativos utilizados no I Seminário de Pesquisa da Escola Indígena.

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Pintura MAHKU
Projeto de implantação de laboratório de pesquisas

Projeto aprovado junto ao CNPq para a implantação do laboratório de interculturalidade sendo um espaço de pesquisas sobre as escolas indígenas, ligado ao programada de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade da UFAC.

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Índios isolados na Pan Amazônia: povo Mashcos e seus territórios “sem limites” na fronteira Brasil/Peru
Índios isolados na Pan Amazônia: povo Mashcos e seus territórios “sem limites” na fronteira Brasil/Peru

Índios isolados na Pan Amazônia: povo Mashcos e seus territórios “sem limites” na fronteira Brasil/Peru. …

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